A FORÇA DA VERDADE
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Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da Sua boca vem a inteligência e o
entendimento.
Provérbios
de Salomão, cap. 2:6.
Salomão.
Rei, escritor, juiz, pregador, poeta e compositor de DEUS.
Quem
tem razão cala
E
por toda parte espalha
O
poder da convicção
Que
desperta na multidão
Total
confiança.
“Há coisas que melhor se dizem calando.”
Machado de Assis (1839-1908).
Quem
tem razão não se desespera,
Mas
naturalmente espera
Pela
Força da Verdade
Que
conduz a Humanidade
Desde
tempos imemoriais.
“Tudo é possível debaixo do sol – e a mesma
coisa sucederá acima dele – Deus sabe.”
Machado de Assis (1839-1908).
Que
tem razão
Une-se
ao coração
Formando
uma corrente indestrutível.
Quem
tem razão jamais esbraveja
Para
que o ouvinte perceba
O
que está além das palavras.
“Pois o silêncio não tem fisionomia, mas as
palavras muitas faces...”
Machado de Assis (1839-1908).
A
pessoa que confia em JESUS
A
Universal Luz
Ilumina
a sua Consciência,
Para
ver além da aparência
O
sentido das palavras ditas
Ou
mesmo escritas.
“O tempo, esse químico invisível, que
dissolve, compõe, extrai e transforma todas as substancias morais.”
Machado de Assis (1839-1908).
Quem
tem razão pondera
E
na Alma espelha
Total
firmeza.
A
RAZÃO GRITANTE
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Até quando, ó néscios, amareis a necedade?
E vós, escarnecedores, desejareis o
escárnio?
E vós, loucos, aborrecereis o
conhecimento?
Provérbios
de Salomão, cap. 1:22.
Quem
não tem razão grita
E
sempre conflita,
Pois
somente acredita
Na
ação dos sentidos,
Que
bastas vezes se engana
E o
ser humano abandona
Antes
da reta final.
“A loucura é uma ilha perdida no oceano da
razão.”
Machado de Assis (1839-1908).
Quem
não tem razão fala
E
por toda parte espalha
Inúmeras
murmurações
Que
dão condições
Às
diversas dúvidas.
“As ocasiões fazem as revoluções.”
Machado de Assis (1839-1908).
Quem
não tem razão
Parte
para a gritaria
Espalhando
a euforia
Para
ganhar os ouvintes.
“Para demonstrar o erro é preciso mais do que
ameaças clamores.”
Machado de Assis (1839-1908).
Quem
age assim
Está
tentando enfim
Convencer
só o cérebro,
Que
duvida e crê
Não
podendo satisfazer
O
raciocínio livre.
“Escrevia-a com a pena da galhofa e a tinta
da melancolia, e não é difícil antever o que poderá sair desse conúbio.”
Machado de Assis (1839-1908).
Escritor, poeta brasileiro, presidente e fundador
da Academia Brasileira de Letras.





